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Após protestos, GM recua nas propostas

Foto: MARCELO MATUSIAK/DIVULGAÇÃO/JC - Jornal do ComércioFoto: MARCELO MATUSIAK/DIVULGAÇÃO/JC - Jornal do Comércio

A semana da categoria metalúrgica de Gravataí foi intensa. Metalúrgicos e metalúrgicas se reuniram em diversos protestos na frente da GM para manifestar a contrariedade nas 21 propostas apresentadas pela empresa para reduzir os direitos dos trabalhadores. A GM, que tem um dos carros mais vendidos do Brasil, alega que está perdendo dinheiro na América do Sul e ameaçou, inclusive, de fechar as portas em cartazes colocados na empresa a cerca de 15 dias.

 

NA MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA, METALÚRGICOS E METALÚRGICAS PROTESTARAM POR 4 HORAS
O Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí realizou uma assembleia na frente do complexo da GM para anunciar o recuo das reivindicações da GM. Em frente ao complexo, foi lido o documento que mantém os direitos acordados em 2017.
A produção, então, será retomada.

Entre os direitos ameaçados, estavam o não pagamento do PPR, aumento da jornada de trabalho e alteração no plano médico.

 

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