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Argentinos fazem greve geral contra políticas neoliberais de Macri

zzzznacp2NOTICIAS ARGENTINAS BAIRES, SEPTIEMBRE 24: Vista de la plaza de Mayo durante el acto central de la jornada de protesta contra el Gobierno de Mauricio Macri. Foto NAzzzzzzzznacp2NOTICIAS ARGENTINAS BAIRES, SEPTIEMBRE 24: Vista de la plaza de Mayo durante el acto central de la jornada de protesta contra el Gobierno de Mauricio Macri. Foto NAzzzz

Desde a última segunda-feira (24), as centrais sindicais e organizações sociais da Argentina promovem manifestações e uma greve geral de 36 horas em repúdio às medidas de austeridade adotadas pelo presidente Mauricio Macri, impostas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), após acordo firmado em junho.

O país vive uma grave crise econômica com desvalorização da moeda, aumento da taxa de jurus e da inflação, alta do desemprego, demissões em massa, aumento do custo de vida e da pobreza.

A greve, convocada pela Central de Trabalhadores da Argentina (CTA), CTA-Autônoma e Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT),  teve a adesão de diversas entidades sindicais como a Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) e também de importantes categorias como: metalúrgicos, bancários, docentes, transportes entre outras. Esta é a quarta greve geral no país em menos de três anos.

Solidária com a classe trabalhadora e a população argentina a Federação Sindical Mundial (FSM) divulgou uma nota em apoio à paralisação e denunciou também a repressão violenta aos protestos sociais. “O panorama de futuro com estas políticas anti-trabalhadores é sombrio para o povo argentino”, denuncia o comunicado. A FSM exige ainda que as reivindicações da população sejam atendidas.

Em meio à crise e aos protestos sociais, o presidente do Banco Central, Luis Caputo, renunciou ao cargo nesta manhã alegando motivação pessoal. Esta é a segunda renúncia de um presidente do BC no país durante o atual governo, a primeira foi a de Federico Sturzenegger, há cerca de três meses.

Foto: Twitter

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