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Autoridades reconhecem empenho do Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos para trazer UFRGS para a Serra Gaúcha

UFRGS

Na manhã desta segunda-feira, 27 de maio, nasceu a unidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em Farroupilha. O evento de assinatura do protocolo de intenções entre Universidade e o município de ocorreu no terreno doado pela prefeitura para ser instalada a instituição Federal.

 

Nossa classe fazendo história

O Reitor da UFRGS, Rui Vicente Oppermann, e o prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves, agradeceram o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Assis Melo, pela luta em defesa de uma unidade da Universidade Federal na Serra Gaúcha.

“Se este é o marco zero, existe o anterior, até chegar aqui. Começo com um agradecimento especial e um reconhecimento. Para chegar até aqui temos uma trajetória muito grande de pessoas que trabalharam e tiveram a iniciativa de nos provocar. Estou feliz de poder contar com a presença do Assis Melo, que ainda quando vereador de Caxias do Sul foi a primeira pessoa que foi à UFRGS e disse ‘nós queremos uma extensão na Serra’. Eu disse: ‘então vamos fazer um campus na Serra’. Começamos a trabalhar e hoje esse trabalho se culmina no marco zero da UFRGS na Serra Gaúcha”, discursou o Reitor.

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O prefeito de Farroupilha também enalteceu a luta do metalúrgico para a implantação da Universidade na Região. “Há três pessoas importantes para esse projeto. Assis Melo, Rafael Bueno e Bombassaro. Esses são três sonhadores. Nós todos somos colaboradores desse processo. Mas, esses três tiveram a ideia da concepção da UFRGS na Serra Gaúcha”, ressaltou Claiton Gonçalves.

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A semente plantada

Emocionado durante o evento, Assis Melo refletiu sobre o resultado de sua luta de mais de uma década para fazer nascer a UFRGS na região. “Essa ideia é de muito tempo, foi uma semente plantada com muita convicção. Ter um núcleo da Universidade Federal na nossa região, especialmente em Farroupilha, é fruto da nossa luta, das nossas ideias. A firmeza e a convicção de que isso era necessário para as futuras gerações, de que os filhos dos trabalhadores e das trabalhadoras iriam poder conviver com o avanço social, científico e tecnológico que a Universidade agora vai trazer pra nossa região. O futuro daqueles que querem o conhecimento para um novo tipo de desenvolvimento do nosso país, está plantado na Serra Gaúcha. Emocionado afirmo que vale a pena lutar”, falou o presidente do Sindicato.

 

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