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Economia e política

"Ao fragilizar o trabalho, a elite financeira dá mais passos em direção ao capitalismo de exploração sem limites do século XIX""Ao fragilizar o trabalho, a elite financeira dá mais passos em direção ao capitalismo de exploração sem limites do século XIX"

O cenário político de turbulência deixa muitos sem entender o que se passa.

A questão basicamente é de modelo de economia. Até quanto durou, o modelo Lula/Dilma favorecia o mundo do trabalho e a soberania do país, com aumentos reais de salários, maiores gastos em Saúde, Educação, bem como a defesa da tecnologia, das riquezas e das empresas nacionais.

O modelo econômico do capital financeiro daqui e do exterior é o oposto. Junto com grandes empresários, conceberam e patrocinaram o impeachment. Apostaram em Temer que, obediente, tratou de encaminhar projetos para retirar direitos trabalhistas sem piedade e para sempre, ceifar a previdência do cidadão, depois de ter congelado Saúde, Educação e tecnologia por vinte anos. Temer entregou partes importantes da Petrobras e do Pré-Sal a estrangeiros e permitiu que eles adquiram terras no Brasil. Tudo a toque de caixa.

Mas, milhões foram às ruas, resistindo em busca de um mínimo de direitos. Parlamentares da base do governo começaram a pular fora de alguns projetos, temendo perderem votos.

As reformas empacaram.

Inconformadas, as mesmas forças que promoveram o golpe agora tentam remover Temer e emplacar um nome deles para tocar as reformas. Mas, pretendem fazê-lo pela via indireta, elegendo-o pelo atual Congresso. Morrem de medo de que hajam eleições diretas, caso em que o eleitor pode não se submeter a votar naquele que vai penalizar o trabalhador e a nação.

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