
Aumentou para 294 nomes a relação de empresas flagradas explorando mão de obra em condições semelhantes à escravidão, conhecida como lista suja e preparada pelo Ministério do Trabalho desde 2004. Esse aumento é resultado das ações do grupo de fiscalização do Ministério do Trabalho, que no ano passado resgatou 2.271 trabalhadores encontrados em condições degradantes, resultado de 158 operações. “Nunca tivemos tantos empregadores irregulares ao mesmo tempo, inclusive com trabalho escravo urbano”, disse Alexandre Lyra, do grupo de fiscalização.
As empresas relacionadas na lista suja ficam proibidas de conseguir empréstimo em bancos oficiais. A lista também serve de cadastro para tentar impedir a comercialização de produtos resultado do uso ilegal da mão de obra de trabalhadores. Para sair da lista, a empresa deve pagar as multas aplicadas pelos fiscais e comprovar o acerto das dívidas trabalhistas e previdenciárias.
Agência Brasil
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