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Maia avança contra a classe trabalhadora e afirma “Justiça do Trabalho não deveria nem existir”

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“Vamos votar amanhã. A proposta do governo [de reforma Trabalhista] é tímida, acho que há temas que precisamos avançar”, afirmou Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, ao afirmar que o projeto de terceirização – o PL 4302/1998 –  será votado nesta quinta­-feira (9). Apresentado pela primeira vez há 19 anos, o projeto anistia débitos e penalidades aplicadas a empresas que praticam terceirização.

“Vamos votar a modernização das leis trabalhistas propostas pelo governo e achamos que a proposta do governo [Temer] é tímida. Acho que precisamos ter a coragem de dizer isso”, defendeu Maia.

Deixando claro sua posição contra a classe trabalhadora, Maia disparou: “A Justiça do Trabalho não deveria nem existir”. Para o presidente da Câmara o desemprego brasileiro é fruto das “regras no mercado de trabalho”, as quais são, na sua visão, excessivas -“o excesso de regras no mercado de trabalho geraram 14 milhões de desempregados”.

 A declaração de Maia deixa claro o apoio da Câmara para esvaziar o Direito do Trabalho e acabar com conquistas históricas dos trabalhadores.

Para completar os ataques, o parlamentar reafirmou seu apoio à reforma previdenciária, que diminui os benefícios, exclui diversas pensões, aumenta a idade mínima e prejudica as mulheres.

Unidos, Executivo, Legislativo e Judiciário avançam contra os direitos dos trabalhadores. A Reforma Trabalhista proposta por Temer vai da terceirização geral até a prevalência do negociado sobre o legislado. O maior retrocesso da história recente para o setor. 

Fonte: Portal CTB 

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