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Marun diz que reforma da Previdência será votada nesta quarta

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Após especulações lançadas por fontes do Plnalto na grande mídia, o presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), garantiu nesta terça-feira (2) que a votação do parecer da reforma da Previdência está mantida para quarta-feira (3).

“Em conformidade com o acordo que celebramos com a oposição, vamos concluir hoje [terça] a discussão e amanhã [quarta] já iniciaremos os trabalhos começando o processo de votação, que entendemos tem chance, inclusive, de se concluir ainda no dia de amanhã”, disse Marun.

Segundo fontes do Planalto, lideranças da base aliada defendiam o adiamento da votação para ter tempo para convencer parlamentares na votação em plenário.

“Não existe necessidade [de adiar a votação], nós temos absoluta segurança de uma maioria consistente na comissão. O projeto já foi bastante ajustado, ou seja, sugestões de ajuste dos parlamentares e da sociedade foram, em sua maioria, incorporadas ao texto. Então, não existe motivo para mais adiamentos”, disse Marun.

O governo conta com os 19 dos 37 votos necessários na comissão para a aprovação do projeto. Se a votação acontecer nesta quarta, o texto fica pronto para seguir para o plenário da Câmara, onde, por se tratar de uma mudança na Constituição, precisará de pelo menos 308 votos para ser aprovado e ser enviado ao Senado.

Nas contas do governo, segundo fontes, ainda não conseguem aprovar o projeto. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a dizer que a previsão era colocar em votação no plenário já na semana seguinte à aprovação na comissão. No entanto, esse calendário poderá ser estendido até que se consiga um consenso dentro da base aliada em torno do texto.

O termômetro do governo foi a votação do projeto de lei da reforma trabalhista, aprovado com 296 votos na semana passada. Como o projeto de reforma da Previdência tem maior rejeição, o numero de votantes é ainda menor, sinalizando ao governo que não tem o número necessário de votos.

Sobre o assunto, Marun tentou minimizar o desespero do governo. “Não há receio [de não ser aprovado no plenário], há uma responsabilidade muito grande pela vitória, pela aprovação dessa PEC porque entendemos que o Brasil precisa disso. E seríamos irresponsáveis se não houvesse preocupação”, disse.

Fonte: Portal Vermelho

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