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Plenário do Senado aprova Urgência para votação da Reforma Trabalhista

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O requerimento de votação da reforma trabalhista (PLC 38/2017) em regime de urgência, protocolado pelo líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB/RR), foi aprovado pelo Plenário do Senado, nesta terça-feira (4).

O regime de urgência segue uma tramitação diferente e limita a ação dos parlamentares de oposição. Os senadores tem o direito de falar somente uma vez, não excedendo o limite de dez minutos cada. Além disso, são apenas cinco manifestações a favor e cinco contrárias.

Mesmo assim, o presidente da Casa, senador Eunício Oliveira (PMDB/CE) assumiu o compromisso de permitir que todos os senadores e senadoras que decidirem debater a matéria, terão assegurados o direito de se inscrever para discussão do tema.

“A aprovação do pedido de urgência na votação da reforma trabalhista demonstra a pressa em que o ilegítimo governo Temer, denunciado por corrupção, e sua tropa de choque pretendem atuar para retirar os direitos trabalhistas”, denunciou o presidente da CTB, Adilson Araújo.

A reunião de líderes, ocorrida no início da tarde de hoje, definiu que a votação da reforma trabalhista será votada no Plenário na próxima terça-feira (11).

Toda pressão aos senadores

Somente com muita pressão e denúncia do significado da reforma trabalhista, especialmente nos estados e bases eleitorais dos senadores poderá impedir a aprovação da proposta.

Por isso, “não podemos dar tréguas. É necessário que esta semana façamos muito barulho, especialmente nas bases eleitorais dos senadores, alertando que quem votar contra a classe trabalhadora, nunca mais vai ser eleito, pois os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras não perdoarão aqueles que lhes roubarem o futuro. Na semana que vem, todos ao Senado”, avisa Adilson Araújo.

Portal CTB

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