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Reforma Trabalhista: desemprega, precariza e mata

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O golpe liderado por Temer promoveu um retrocesso social inédito na história brasileira. Observa-se o avanço da miséria e da pobreza, desemprego em massa, precarização das relações trabalhistas, estrangulamento financeiro do movimento sindical, ataque à reforma agrária e aos agricultores familiares, crescimento da mortalidade infantil, estímulo à exploração do trabalho escravo.

Ataque brutal

A Reforma Trabalhista em vigor desde 11 de novembro de 2017 inaugurou uma nova fase na história das relações de trabalho no país. Com a modificação de mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a destruição de tantos outros, à classe trabalhadora é legado um futuro de desemprego, precarização e miséria.

Um dos grandes argumentos da gestão Temer para ganhar o debate da Reforma era que ela geraria mais empregos. Mas, o cenário é de terra arrasada e condena 77,76 milhões de brasileiros ao desemprego e desalento.

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O que você perde com essa reforma?

Direitos conquistados como FGTS, férias, 13º, jornada de 8 horas e intervalo de almoço de 1 hora, auxílio transporte, vale alimentação, plano de saúde estão em xeque e dão espaço às modalidades de trabalho temporário e intermitente, com jornadas exaustivas e salários desvalorizados.

Sindicato Forte!

Outro ataque perverso que veio com a Reforma Trabalhista é a tentativa de desmonte da organização da classe trabalhadora. A nova regra pôs fim à Contribuição Sindical compulsória, principal fonte de sustentação do movimento sindical. A lógica é simples: com o movimento sindical fragilizado, as condições de mobilização para a garantia de direitos são menores. É bom destacar que trabalhadores sindicalizados recebem 30% a mais do que o não filiados ao sindicato.

*Texto publicado na Edição Especial do Jornal da CTB no dia 31 de Agosto de 2018.

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