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Sindicato exige garantias para os demitidos da Guerra

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Nesta segunda-feira (21), o Sindicato realizou assembleia na empresa Guerra. A mobilização teve como objetivo fortalecer a luta para que os 180 trabalhadores demitidos na última sexta-feira (18), recebam suas verbas rescisórias.

O vice-presidente do Sindicato, Claudecir Monsani, disse que os trabalhadores precisam ter garantia de que seus direitos serão respeitados. “Não tem cabimento que a empresa desrespeite o direito básico do trabalhador que é receber aquilo que lhe é de direito! Por isso estamos aqui, unidos mais uma vez. A categoria precisa lutar sempre pelo direito de todos, dos demitidos que não receberam ainda e dos que continuam trabalhando, mas não sabem se vão receber férias e 13º”, explica.

Uma comissão mista formada por trabalhadores demitidos e não demitidos participou no final da manhã de uma audiência na 4º vara do Tribunal Regional do Trabalho. O Juiz Rafael da Silva Marques mediou o debate entre trabalhadores e empresa. O Sindicato também participou, na defesa dos trabalhadores.

 

Guerra insiste no desrespeito

Diante da negativa da empresa de pagar as rescisões imediatamente ou pelo menos em até oito parcelas, como proposto

pelo Sindicato, o Juiz sugeriu que seja feito o pagamento de uma parcela a mais do salário de cada um, como medida compensatória por receberem a rescisão em doze parcelas.

Na tarde desta segunda-feira, o vice-presidente do Sindicato, Claudecir Monsani e o advogado Valdecir Souza de Lima, têm conversa agendada com a Juíza Claudia Bruger, da 4º Vara Cível, responsável pela recuperação judicial da empresa, para buscar uma posição que dê mais segurança para os trabalhadores que estão apreensivos diante da posição manifestada pela Guerra.

Já a empresa tem prazo até o final da tarde de terça-feira (22), para tentar rever sua posição e chegar num acordo sobre esse impasse.

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