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Sindicato na Comunidade movimenta a Escola Rosário São Francisco

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Na quarta rodada de negociação do dissídio de 2016, realizada na manhã desta terça-feira (12), o sindicato patronal ofereceu uma proposta que não respeita o trabalhador metalúrgico. O Simecs ofereceu somente 2% de aumento retroativo a junho (a data-base dos metalúrgicos), outros 4% em janeiro e 7% a serem repassados apenas em março.

“Isso é um desrespeito com o trabalhador. Onde está a responsabilidade social da empresa? Nossa data-base é junho. Não podemos aceitar uma reposição de inflação em março do ano que vem. No momento de valorizar e reconhecer, eles viram as costas para o trabalhador”, lamentou o presidente em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos, Claudecir Monsani.

O presidente também disse que muitas fábricas tiveram lucro no último ano e que já foram arrochados salários, flexibilizada a jornada e enxugado ao máximo o quadro funcional.
“O trabalhador não pode ser ainda mais punido. Por isso, continuamos com a mesmo pensamento. Queremos reposição da inflação (9,82%) e mais aumento real, mas que a nossa data-ba
se seja respeitada. Isso é o mínimo que o trabalhador merece’, enfatizou.

Uma nova reunião será marcada nos próximos dias. O Sindicato vai continuar realizando assembleias em empresas e conta com a união e mobilização do trabalhador para continuar avançando.

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