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Trabalhadores da Marcopolo e Amalcaburio são chamados para Ato no dia 30

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Em assembleias na manhã desta quinta-feira (29), diretores do Sindicato dos Metalúrgicos alertaram trabalhadores da Amalcaburio e da Marcopolo-Planalto sobre os direitos que serão perdidos com a reforma trabalhista. Em sua fala, o presidente em exercício, Claudecir Monsani, explicou sobre os itens da reforma trabalhista que prejudicam o trabalhador, retrocedendo nos seus direitos, como, por exemplo, o trabalho intermitente. “Se tiver 15 dias de produção, o trabalhador vai receber somente por esses 15 dias. Pelos outros 15 não, porque não serão considerados tempo à disposição da empresa. Nós nunca vamos saber quanto vamos ganhar no final do mês. Teremos uma dificuldade maior de nos mantermos financeiramente”, avaliou o presidente.

As assembleias serviram também para informar os trabalhadores sobre o dissídio deste ano e o índice proposto ao patronal. “Estamos trabalhando com um reajuste de 8%. Apresentamos nossa proposta, na primeira reunião de negociação, quinta-feira (22), baseada nas perdas que o trabalhador teve com rotatividade, flexibilizações, diminuição de horas extras, além da inflação. O trabalhador teve muitas perdas”, constatou.

Os diretores convidaram os trabalhadores para participar do ato contra as reformas trabalhista e da previdência, que ocorre nesta sexta-feira, 30 de junho, às 17 horas na Praça Dante. “Se essa reforma for aprovada, vai bagunçar nossas vidas e vamos nos tornar ainda mais reféns”, ressaltou Monsani.

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