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Trabalho escravo é resultado da impunidade

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O Brasil precisa de políticas públicas no combate ao trabalho escravo que coloquem em prática mecanismos de punição. Os dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, comprovam que o problema está longe de acabar.

Para se ter um ideia, de acordo com informações da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae), 1.133 trabalhadores e trabalhadoras foram encontrados em condições análogas às de escravidão em 2018.

A maior deles, 1,2 mil, foi encontrada em áreas rurais, onde é mais comum a prática de escravizar trabalhadores.

“Em 31 das fiscalizações do chamado GMóvel foi constatada a existência de trabalho análogo ao de escravo. Ou seja, em 26% das ações fiscais houve caracterização desse tipo de infração”, destaca o chefe da Detrae) Maurício Krepsky Fagundes.

Por região

O Detrae aponta que somente a região Norte foi responsável por 18.147 casos (34%); o Centro-Oeste por mais 13.173 (24%); Nordeste 10.433 (19%), Sudeste 9.404 (17%) e Sul, 2.696 (5%).

 

Dia Nacional

O dia 28 de janeiro é lembrado nacionalmente como Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e Dia Nacional do Auditor-Fiscal do Trabalho, em homenagem aos auditores-fiscais do trabalho Eratóstenes de Almeida, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e ao motorista Ailton Pereira de Oliveira. Eles foram assassinados enquanto investigavam denúncias de trabalho escravo em uma propriedade em Unaí (MG).

Portal CTB – Com informações das agências

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